Fatores de Risco

Antes de tomar uma decisão de investimento de recursos no Fundo, os potenciais Investidores devem, considerando sua própria situação financeira, seus objetivos de investimento e o seu perfil de risco, avaliar, cuidadosamente, todas as informações disponíveis no Prospecto e no Regulamento e, em particular, aquelas relativas à Política de Investimento e composição da carteira do Fundo, e aos fatores de risco descritos a seguir, relativos ao Fundo.

 

Para os fins desta seção, exceto se expressamente indicado de maneira diversa ou se o contexto assim o exigir, a menção ao fato de que um risco, incerteza ou problema poderá causar ou ter ou causará ou terá “efeito adverso” ou “efeito negativo” para o Fundo, ou expressões similares, significa que tal risco, incerteza ou problema poderá ou poderia causar efeito adverso relevante nos negócios, na situação financeira, nos resultados operacionais, no fluxo de caixa, na liquidez e/ou nos negócios atuais e futuros do Fundo, bem como no preço das Cotas. Expressões similares incluídas nesta seção devem ser compreendidas nesse contexto.

 

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PRINCIPAIS FATORES DE RISCO

fatores de risco principal

Risco de desvalorização da moeda

Os recursos do Fundo são alocados principalmente, direta ou indiretamente, para investimentos em Propriedades e Ativos Imobiliários. Por conseguinte, o potencial económico a médio e longo prazo das regiões onde as Propriedades em que o Fundo investe estão localizadas é um fator que deve ser tido em conta em relação à rendibilidade do Fundo.

A evolução futura do potencial econômico dessas regiões também deve ser considerada, assim como a possibilidade de eventual decaimento econômico dessas regiões, o que pode levar a um impacto direto no valor desses imóveis e, consequentemente, nas cotas.

Risco Sistêmico e Imobiliário

O preço dos Imóveis em que o Fundo, direta ou indiretamente, investe, é afetado por condições econômicas internas e externas e por diversos fatores externos, como a interferência de autoridades governamentais e reguladores do mercado, a moratória e mudanças na política monetária, que podem resultar em perdas para o Fundo. A diminuição do poder de compra da população pode ter um impacto negativo no preço dos Imóveis, aluguéis e valores recebidos pelo Fundo dos arrendamentos, afetando os Ativos e a receita do Fundo, bem como o preço de negociação das Quotas.

Riscos relacionados à lucratividade e aos ativos do fundo

O investimento nas Quotas pode ser comparado ao investimento em títulos de rendimento variável, uma vez que a rentabilidade das Quotas depende da valorização da propriedade e da gestão dos ativos do Fundo, bem como das atividades de venda e arrendamento de remuneração.

A desvalorização ou desapropriação de imóveis adquiridos pelo Fundo, a redução na receita de aluguéis, entre outros fatores em relação aos Ativos do Fundo, podem impactar negativamente a rentabilidade das Quotas. Além disso, o Fundo está exposto aos riscos relacionados ao aluguel ou locação dos Imóveis, portanto, não há garantia de que todas as unidades a serem adquiridas, preferencialmente edifícios comerciais, sempre serão alugadas ou arrendadas.

Além disso, os Imóveis e Outros Activos que podem estar sujeitos a investimento pelo Fundo podem ser classificados como investimentos de médio e longo prazo, que têm baixa liquidez no mercado. Portanto, se estes Imóveis e / ou Bens Imóveis na carteira do Fundo precisarem de ser vendidos, pode não haver compradores ou o preço de negociação pode resultar numa perda de capital para o Fundo, e também afetar negativamente o capital próprio, a rentabilidade e o património do Fundo. cotação de cotas.

Risco de vacância

O objetivo principal do Fundo é a exploração comercial de Imóveis, direta ou indiretamente, e a rentabilidade do Fundo pode variar em caso de vacância de qualquer um dos seus espaços locáveis, durante a vigência da vaga.

Execução de ativos, contribuição adicional de capital pelos Quotistas e possível perda de capital investido

Os custos incorridos com as medidas necessárias para a execução dos Ativos na carteira do Fundo e para a proteção dos direitos e interesses dos Quotistas são de responsabilidade do Fundo, até o limite total de seu patrimônio líquido, sempre sujeito a deliberação. pela Assembléia Geral de Cotistas.

O Fundo somente poderá adotar e / ou manter medidas judiciais ou extrajudiciais para a execução desses Ativos, uma vez superado o limite de seu patrimônio líquido, se os Quotistas contribuírem com os valores adicionais necessários para esse fim. Portanto, se medidas judiciais ou extrajudiciais forem necessárias para fins de aplicação dos direitos do Fundo sobre tais Ativos, os Quotistas poderão ser obrigados a contribuir com capital para assegurar a adoção e manutenção das medidas para proteger seus interesses.

Nenhuma medida judicial ou extrajudicial deverá ser iniciada ou mantida pelo Administrador antes do recebimento integral da contribuição dos Quotistas e da aceitação pelos Quotistas do compromisso de fornecer os recursos necessários para pagar os custos caso uma decisão adversa ao Fundo seja atingida. . O Administrador, Gerente, Escriturador, Custodiante e / ou quaisquer de suas afiliadas não são responsáveis, conjunta ou separadamente, pela adoção ou manutenção de tais medidas e por quaisquer danos ou prejuízos sofridos pelo Fundo e seus Quotistas devido ao não arquivamento. (ou continuação) de medidas judiciais ou extrajudiciais necessárias para proteger seus direitos, garantias e interesses, se os Quotistas não fornecerem os recursos necessários para fazê-lo, nos termos do Regulamento.

Consequentemente, conforme descrito no item “Risco de descontinuidade” abaixo, o Fundo pode não ter recursos suficientes para amortizar e, conforme o caso, resgatar suas Cotas em reais, o que pode levar os Quotistas a perder parte ou todo o seu investimento.

 

 

VEJA ABAIXO TODOS OS FATORES DE RISCO

fatores de risco

Risco fiscal à data do Prospecto

De acordo com a Lei nº 8.668 / 93, o FII que investe em projetos imobiliários de propriedade ou construídos por um Quotista que detenha, individual ou conjuntamente, mais de 25% das quotas emitidas pelo fundo estão sujeitos a tributação. Se o Fundo cair nesta situação, o imposto aplicável aos seus investimentos será aumentado, o que pode reduzir sua lucratividade.

De acordo com a Lei nº 11.033 / 04, os Quotistas individuais, residentes no Brasil ou no exterior, estão isentos do imposto de renda retido na fonte, desde que (i) o investidor individual não detenha um valor igual ou superior a 10% das Quotas do Fundo; (ii) as respectivas Quotas não dão direito a esses investidores individuais para mais de 10% dos ganhos do Fundo; (iii) o Fundo tenha pelo menos 50 Quotistas; e (iv) as Quotas são admitidas à negociação exclusivamente em bolsa de valores ou mercado de balcão. Se qualquer uma dessas condições não for observada, a renda distribuída ao Quotista individual estará sujeita a tributação a uma alíquota de 20%.

Além disso, em caso de alteração da legislação tributária aplicável, resultando na eliminação ou modificação de tal isenção, a renda distribuída pelo Fundo poderia estar sujeita a imposto, incluindo imposto retido na fonte sobre a receita distribuída aos seus Quotistas.

O risco fiscal inclui também o risco de perdas relacionadas a (i) a criação de novos impostos, (ii) a eliminação de benefícios fiscais, (iii) o aumento de alíquotas ou (iv) a interpretação diferente da lei existente sobre impostos ou a aplicação de isenções existentes, sujeitando o Fundo ou seus Quotistas a novas taxações.

Liquidez reduzida de cotas

O mercado secundário de negociação de cotas do FII no Brasil tem liquidez limitada. O Fundo não pode garantir que existirá um mercado para a venda de quotas de fundos de investimento imobiliário no futuro. Os detentores de cotas podem ter dificuldades em entrar em transações no mercado secundário, obtendo apenas preços baixos para as quotas que pretendem vender e registrando suas cotas com a CVM para fins de realização de uma oferta secundária. Além disso, o valor das cotas no mercado secundário pode ser adversamente afetado no período entre o Fundo determinar os beneficiários de sua distribuição de renda e a distribuição adicional de renda ou a amortização do principal e a data do pagamento efetivo.

Fatores macroeconômicos relevantes

O Fundo está sujeito, direta ou indiretamente, às variações e condições dos mercados imobiliário e de valores mobiliários, que são afetados principalmente pelas condições políticas e econômicas nacionais e internacionais. Variáveis exógenas, como eventos extraordinários ou situações específicas de mercado, ou eventos políticos, econômicos ou financeiros, no Brasil ou no exterior, que modificam o pedido atual e impactam o mercado financeiro e / ou a moeda brasileira, incluindo variações nas taxas de juros, desvalorização da moeda e mudanças nas leis, podem resultar em perdas para os Quotistas.

Se tais eventos afetarem adversamente a lucratividade dos Quotistas, o Fundo, assim como seu Administrador, Gerente, Escriturador e Custodiante, não serão responsáveis por qualquer compensação, multa ou penalidade.

Riscos de mercado

Flutuações nos mercados doméstico e internacional podem afetar, entre outras coisas, preços, taxas de juros, prêmios e descontos, bem como a volatilidade do Fundo, o que pode gerar variações no preço das Quotas, levando a perdas para os Cotistas. O mercado de capitais no Brasil é influenciado, em diferentes graus, pelas condições econômicas e de mercado de outros países, inclusive economias emergentes. A reação dos investidores a eventos nesses outros países pode afetar negativamente o valor de mercado de ativos e valores mobiliários emitidos no país, reduzindo o interesse dos investidores nesses ativos, incluindo as Cotas do Fundo. No passado, condições econômicas adversas em outros países emergentes geralmente resultaram na saída de investimentos e, consequentemente, na redução dos investimentos estrangeiros no Brasil. Nos últimos anos, as crises financeiras podem afetar a economia global, com diversas reflexões que, direta ou indiretamente, impactam negativamente o mercado financeiro brasileiro e o mercado de capitais, tais como: flutuações nos preços dos ativos (incluindo preços de imóveis), falta de disponibilidade de crédito, redução de custos, desaceleração econômica, instabilidade da moeda e pressão inflacionária. Qualquer novo evento de natureza semelhante aos mencionados acima, no exterior ou no Brasil, poderá afetar negativamente as atividades e o patrimônio do Fundo, a lucratividade dos Quotistas e o valor de mercado das Quotas.

Além disso, os ativos financeiros em que o Fundo investe devem ser marcados a mercado, ou seja, seu valor deve ser atualizado diariamente para refletir seu valor de mercado, ou a melhor estimativa de valor que seria obtida em suas negociações. Como consequência, o preço das Quotas do Fundo pode sofrer flutuações frequentes e significativas, inclusive durante o dia, o que poderia impactar negativamente os Quotistas. Além disso, as Propriedades do Fundo e os direitos reais sobre as Propriedades terão seus valores atualizados a cada ano, o que pode gerar disparidades entre o valor dos ativos imobiliários e o valor de mercado das Propriedades e direitos reais sobre as Propriedades. Como consequência, o valor de mercado das cotas do Fundo pode não refletir o valor de seus ativos imobiliários.

Riscos de liquidez e desinvestimento

O FII é um veículo de investimento emergente no mercado brasileiro, constituído, nos termos da legislação vigente, como condomínios fechados e, portanto, não é permitido o resgate de suas cotas sob quaisquer circunstâncias. Os cotistas que desejam vender suas cotas no mercado secundário podem encontrar dificuldades.

Além disso, pode haver períodos em que pode ser difícil alienar os ativos do Fundo devido a demanda ou negociabilidade baixa ou inexistente. Nestas condições, o Administrador pode ter dificuldades em alienar ou negociar esses ativos ao preço e hora desejados e, como consequência, o Fundo pode enfrentar problemas de liquidez. Além disso, a diminuição do valor dos activos financeiros em que o Fundo investe pode ter um impacto negativo no patrimônio líquido do Fundo.

Em tais casos, os Quotistas podem ser solicitados a alocar recursos adicionais ao Fundo. Além disso, o Regulamento estabelece que, em determinadas circunstâncias, a Assembléia Geral de Quotistas pode decidir liquidar o Fundo ou resgatar as quotas atribuindo aos Quotistas os ativos da carteira do Fundo, com o risco de receber uma fração ideal de Propriedade, Ativos Imobiliários e Outros Ativos, que serão entregues após tais Ativos serem incorporados como um condomínio. Nesses casos, os Quotistas podem não dispor dos ativos recebidos em conexão com a liquidação do Fundo.

Riscos do uso de instrumentos

O valor dos instrumentos derivados em que o Fundo entra está sujeito a alterações significativas, mesmo que o valor dos activos subjacentes permaneça inalterado. A utilização de tais instrumentos pode (i) aumentar a volatilidade do Fundo, (ii) limitar ou ampliar as possibilidades de retornos adicionais, (iii) não levar a resultados esperados, ou (iv) levar a ganhos ou perdas sobre o Fundo. Acionistas. As operações com derivativos do Fundo não devem ser interpretadas como uma garantia do Fundo, do Administrador, do Gestor ou do Custodiante, de qualquer mecanismo de seguro ou do Fundo Garantidor de Créditos – FGC de que as distribuições serão feitas em relação às Cotas. Transações com derivativos do Fundo podem resultar em perdas para o Fundo e seus Quotistas.

Risco relacionado à extensa regulamentação de que o setor imobiliário está sujeito a

O setor imobiliário brasileiro está sujeito a leis e regulamentos federais, estaduais e municipais, incluindo regulamentos de zoneamento, que podem mudar após a aquisição de um imóvel pelo Fundo, levando a obstáculos e / ou mudanças nos imóveis, o que pode Fundo para incorrer em custos significativos de conformidade. Isso pode afetar negativamente os resultados do Fundo, bem como a rentabilidade de seus Quotistas.

O governo federal tem influência significativa sobre a economia brasileira. Essa influência, assim como a situação econômica e política brasileira, poderia afetar adversamente o Fundo.

O Governo Federal pode intervir na economia do país e fazer mudanças significativas nas políticas e regulamentos, impactando diversos setores e segmentos. As atividades do Fundo, sua situação financeira e resultados podem ser materialmente afetados por mudanças nas taxas de juros, controle cambial e restrições às remessas ao exterior; flutuações da taxa de câmbio; inflação; liquidez dos mercados de capitais financeiros e domésticos; políticas fiscais; instabilidade social e política; mudanças regulatórias; e outros eventos políticos, sociais e econômicos no Brasil ou que possam impactar a economia brasileira. Em um cenário de aumento das taxas de juros, por exemplo, os preços dos imóveis podem ser negativamente impactados pela correlação entre a taxa básica de juros e a taxa de desconto utilizada na avaliação do imóvel. Isso também pode afetar negativamente os ativos do Fundo, a lucratividade e o preço de suas cotas.

A instabilidade política pode afetar adversamente o negócio imobiliário e seus resultados

As crises políticas podem ter um efeito adverso sobre o setor imobiliário e seus resultados. O ambiente político brasileiro influenciou historicamente e continua influenciando o desempenho da economia do país. As crises políticas afetaram, e podem continuar afetando, a confiança dos investidores e da população em geral e resultaram em uma desaceleração da economia e no aumento da volatilidade dos títulos emitidos por empresas brasileiras.

O Brasil recentemente passou por um processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff. O novo governo tem enfrentado o desafio de reverter a crise econômica política do país, além de aprovar as reformas sociais necessárias para um ambiente econômico mais estável. A incapacidade do governo do presidente Michel Temer de reverter a crise política e econômica do país e de aprovar reformas sociais pode ter efeitos na economia brasileira e afetar negativamente os resultados operacionais e a condição financeira dos imóveis.

A Operação Lava Jato e a Operação Zelotes são investigações em andamento que podem afetar negativamente o crescimento da economia brasileira e dos negócios imobiliários. Os mercados brasileiros têm sido cada vez mais voláteis devido às incertezas decorrentes de tais investigações, conduzidas pela Polícia Federal, Ministério Público e outras autoridades. A Operação Lava Jato investiga o pagamento de subornos a altos funcionários de grandes empresas estatais em troca de contratos concedidos pelo governo ou entidades ligadas ao governo a empresas do setor privado nos setores de infraestrutura, petróleo, gás e energia, entre outros. Os lucros dessas propinas supostamente financiavam as campanhas políticas dos partidos políticos, bem como serviam para enriquecer pessoalmente os beneficiários do esquema de suborno. Como resultado, vários políticos importantes, incluindo o atual presidente Michel Temer e funcionários das principais empresas estatais e privadas no Brasil, estão sendo investigados e, em certos casos, renunciaram ou foram presos. Atualmente, uma queixa foi apresentada pelo Ministério Público contra o atual Presidente, Sr. Michel Temer. A Câmara dos Deputados poderá autorizar uma ação judicial contra o Presidente e, como resultado, o Sr. Temer poderá ser destituído do cargo e o Sr. Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, atuará como presidente interino do Brasil. Além disso, a Operação Zelotes investiga alegações de pagamentos indevidos feitos por empresas brasileiras a executivos do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (“CARF”). Alega-se que o objetivo de tais pagamentos indevidos era induzir esses funcionários a reduzir ou a renunciar a certas penalidades fiscais impostas pela autoridade federal de receita federal, que estavam sob revisão do CARF. Embora essas investigações ainda não tenham sido concluídas, elas já tiveram um impacto adverso na imagem e reputação das empresas envolvidas e na economia brasileira. Não está claro se essas investigações levarão a mais instabilidade política e econômica ou se novos escândalos de corrupção surgirão no futuro. Além disso, não podemos prever o resultado dessas investigações ou seus efeitos na economia brasileira. O desenvolvimento desses casos pode afetar adversamente a economia brasileira e, consequentemente, os ativos do Fundo, a rentabilidade e o preço de negociação das Quotas.

Riscos de crédito

Os resultados do Fundo dependem dos termos dos contratos de locação dos Imóveis que, direta ou indiretamente, compõem sua carteira, o que significa que estarão expostos ao risco de crédito dos locatários. Uma vez concluído o contrato de arrendamento, o desempenho do investimento do Fundo estará sujeito aos riscos inerentes à demanda de locação dos referidos Imóveis. O Administrador não é responsável pela solvência de seus locatários, bem como por possíveis variações no desempenho do Fundo decorrentes dos riscos de crédito mencionados acima.

Além disso, os activos financeiros em que o Fundo investe estão sujeitos ao risco de crédito de cada um dos respectivos emitentes e contrapartes e à sua capacidade de honrar o seu compromisso de pagar os pagamentos de capital e juros das suas dívidas. Neste caso, o Fundo poderá (i) ter menor rentabilidade, (ii) sofrer prejuízos financeiros até o limite de operações contratadas e não liquidadas e (iii) ter que prover valorização ou desvalorização de ativos, o que poderá afetar adversamente a negociação preço de suas cotas.

Riscos relacionados à aquisição de imóveis

No período entre o processo de negociação da aquisição de um imóvel e o seu registo em nome do Fundo, existe o risco de este ativo ser onerado por dívidas dos antigos proprietários, o que poderá dificultar a transferência de propriedade deste imóvel. para o Fundo. Além disso, se o Fundo adquirir um Imóvel, direta ou indiretamente, em prestações, existe o risco de que o Fundo, no período entre o pagamento da primeira e última prestação e devido a vários fatores imprevistos, não tenha recursos suficientes para suas obrigações.

Além disso, uma vez que existe a possibilidade de adquirir Imóveis onerados por dívidas dos antigos proprietários, se os credores dos antigos proprietários podem propor a execução e não têm outros ativos para garantir o pagamento de tais dívidas, pode ser difícil transferir a propriedade. do Imóvel ao Fundo, bem como obter renda deste Imóvel. Nestes casos, o patrimônio do Fundo, a lucratividade e o preço de negociação das Quotas podem ser impactados negativamente.

Risco Extraordinário de Despesas

O Fundo, como proprietário direto ou indireto dos Imóveis, está sujeito ao pagamento de Despesas Extraordinárias tais como pintura, reforma, decoração, conservação, instalação de equipamentos de segurança, verbas rescisórias, além de despesas decorrentes de cobrança de aluguel não remunerado e ordens de despejo. , o processo de renovação e revisão de arrendamento, etc. O pagamento de despesas extraordinárias pode levar a uma redução na rentabilidade das Quotas.

Risco operacional

Considerando que o objetivo principal do Fundo é o de locar e / ou vender Imóveis nos quais o Fundo, direta ou indiretamente, invista, e que a administração de tais propriedades possa ser realizada por empresas especializadas, isso pode representar um fator limitante para o Fundo. Fundo para implementar as políticas de gestão das Propriedades que julgar apropriadas.

As Propriedades e a participação na SPE serão adquiridas pelo Administrador, em nome do Fundo, conforme indicado pelo Gerente. Consequentemente, o Quotista ficará sujeito à capacidade do Gerente de avaliar e selecionar as Propriedades, e a participação nas SPEs que farão parte do portfólio do Fundo.

Além disso, os recursos do Fundo podem ser investidos em Ativos Imobiliários, Ativos Financeiros e Outros Ativos, e suas aquisições serão realizadas diretamente e a critério do Gerente. Desta forma, o Quotista estará sujeito à capacidade e discrição do Gerente na avaliação, seleção e aquisição desses ativos que farão parte do portfólio do Fundo.

Portanto, existe o risco de uma seleção e avaliação inadequadas de Imóveis, SPEs, Ativos Imobiliários, Outros Ativos e Ativos Financeiros, que podem trazer prejuízos para os Cotistas.

Risco de rescisão de contratos de locação e revisão do preço do aluguel

Risco de rescisão do contrato de locação de bens Os imóveis diretamente ou indiretamente investidos pelo Fundo podem questionar judicialmente a validade das cláusulas e termos dos contratos de aluguel, em relação ao seguinte: (i) indenização a ser paga em caso de término do contrato; acordo entre os inquilinos antes do vencimento do prazo contratual, embora possa haver uma disposição no contrato estipulando o dever do inquilino de pagar a indenização por rescisão antecipada sem justa causa, eles podem questionar o valor da indenização, mesmo que tal montante tenha sido estipulado no contrato. acordo; e (ii) revisão do preço do aluguel, alegando que o valor do aluguel não foi estabelecido com base nas condições do mercado de arrendamento. Em ambos os casos, qualquer decisão judicial que não reconheça a legalidade da vontade das partes em estabelecer os termos e condições do arrendamento sob condições comerciais específicas, poderá afetar negativamente o patrimônio do Fundo, a rentabilidade e o preço de negociação das Quotas. acordos e revisão do preço da renda

Risco de mudanças na Lei de Inquilinato

As receitas do Fundo derivam principalmente do recebimento do aluguel pago a ele de acordo com os termos de cada contrato de arrendamento. Consequentemente, se a Lei de Inquilinitização brasileira for alterada de forma favorável aos inquilinos (incluindo, por exemplo e sem limitação, alternativas para a renovação de contratos de locação, a definição de valores de locação ou alterações na periodicidade dos reajustes), valor dos activos do Fundo, a rentabilidade e o preço de negociação das suas Quotas podem ser adversamente afectados.

Risco de reclamações de terceiros

Como administrador dos Imóveis na carteira do Fundo, o Administrador pode ter que responder a processos administrativos ou judiciais em nome do Fundo. Não existe garantia de que o Fundo obtenha resultados favoráveis ou que quaisquer processos administrativos e judiciais movidos contra o Fundo sejam rejeitados, ou que o Fundo tenha reservas suficientes para defender o seu interesse em qualquer processo administrativo e / ou legal. Se as reservas do Fundo não forem suficientes, não há garantia de que os Quotistas farão uma contribuição de capital para cobrir as despesas relacionadas a esses processos. Como resultado, o patrimônio, a lucratividade e o preço de negociação do Fundo das Quotas podem ser afetados negativamente.

Risco de expropriação

As Propriedades do Fundo podem ser parcialmente ou totalmente expropriadas devido a um domínio eminente. Neste caso, a indenização paga pela autoridade governamental pode ser menor do que a necessária para indenizar as perdas do Fundo e pode impactar negativamente o patrimônio do Fundo, a rentabilidade e o preço de negociação das Quotas.

Risco de chamadas de capital adicionais

Risco de chamadas adicionais de capitalSe a Reserva de Despesas Extraordinárias for consumida, pode haver a necessidade de novas contribuições de capital, seja como resultado de uma resolução na Assembleia Geral de Quotistas ou se o Fundo tiver patrimônio líquido negativo. Nestes casos, existe o risco de liquidação antecipada do Fundo, de acordo com o Regulamento, quando os Quotistas serão chamados a fazer contribuições adicionais, e após tal aumento de capital, o Fundo não gerará retornos para seus Fundos. Cotistas.

O valor dos ativos na carteira do Fundo não reflete necessariamente seu valor de mercado

Os imóveis são avaliados ao custo de aquisição, deduzido de depreciação acumulada, calculada de forma consistente na taxa compatível com a vida útil remanescente dos respectivos ativos, a partir do mês subseqüente à aquisição. Além disso, o Administrador e o Gestor podem ajustar a avaliação dos Ativos na carteira do Fundo sempre que houver uma indicação de perdas prováveis na realização do seu valor.

Neste sentido, independentemente da divulgação do valor de mercado dos Imóveis no relatório do Administrador e nas notas explicativas às demonstrações financeiras, isso não significa necessariamente que o valor das Propriedades na carteira do Fundo reflete o seu valor de mercado.

Risco de outras restrições de uso da propriedade por autoridades governamentais

Outras restrições sobre o Imóvel investido direta ou indiretamente pelo Fundo também podem ser impostas por Autoridades Governamentais, como a designação da Propriedade ou seu entorno como histórico.
Os edifícios são avaliados ao custo de aquisição e deduzido de depreciação acumulada, consistentemente calculados à taxa compatível com a vida útil remanescente dos respectivos ativos, a partir do mês subseqüente à aquisição. Além disso, o Administrador e o Gestor podem ajustar a avaliação dos Ativos que compõem a carteira do Fundo sempre que houver uma indicação de perdas prováveis ​​na realização do seu valor.

A este respeito, independentemente da divulgação do valor de mercado dos Imóveis contidos no relatório do Administrador e nas notas às demonstrações financeiras, não são necessariamente os Imóveis incluídos na carteira do Fundo que são avaliados pelo valor de mercado. Exercício dos direitos de preferência ou criação de zonas de patrimônio cultural, entre outras, que implicarão a perda de propriedade de tal Propriedade pelo Fundo, afetando negativamente o patrimônio do Fundo, a lucratividade e o preço de negociação das Quotas.

Riscos socioambientais

Questões ambientais, como tempestades, inundações ou problemas com sistemas de drenagem resultantes do uso excessivo da rede pública, podem levar à perda econômica das propriedades direta ou indiretamente de propriedade do Fundo e / ou localizadas nas áreas afetadas por essas questões. . Além disso, quaisquer contingências ambientais podem levar a responsabilidade para com o Fundo, implicando em alguns casos a rescisão de contratos de locação, afetando negativamente a rentabilidade do Fundo.

Riscos de mudanças nas leis e regulamentos ambientais

Proprietários e inquilinos estão sujeitos à legislação ambiental nos níveis federal, estadual e municipal. Essas leis e regulamentos ambientais podem levar a atrasos e custos significativos para cumpri-los, bem como à proibição ou severa restrição de incorporação, construção e / ou renovação de atividades em áreas ambientalmente sensíveis.

Em caso de descumprimento ou descumprimento de leis, regulamentos, licenças e autorizações ambientais, empresas e, eventualmente, o Fundo ou inquilinos, poderão estar sujeitos a sanções administrativas, tais como multas, proibição de realizar atividades, cancelamento de licenças e revogação de permite, além de possíveis sanções penais (incluindo os administradores).

Órgãos governamentais ou outras autoridades também podem emitir novas regulamentações mais rigorosas ou buscar interpretações mais restritivas das leis e regulamentos existentes que podem exigir que inquilinos ou proprietários de imóveis gastem recursos adicionais em adequação ambiental, incluindo a obtenção de licenças ambientais para instalações e equipamentos que não exigir tais licenças. Agências governamentais ou outras autoridades também podem atrasar significativamente a emissão de licenças e autorizações necessárias para a operação comercial dos proprietários ou inquilinos, o que pode afetar negativamente esses negócios.

Qualquer um dos eventos acima pode fazer com que os inquilinos tenham dificuldade em pagar as rendas das Propriedades, o que pode afetar adversamente os resultados do Fundo em caso de atrasos ou inadimplência. Nesse cenário, as atividades do Fundo podem ser impactadas negativamente, bem como a rentabilidade dos Quotistas. Adicionalmente, os órgãos competentes poderão exigir a renovação ou alteração destes Imóveis, cujos custos, a serem pagos pelo Fundo, poderão se tornar necessários.

Proprietários e inquilinos estão contra a legislação ambiental nos níveis federal, estadual e municipal. Os títulos de dívida podem levar atrasos e poupanças para a conclusão, bem como a proibição ou suspensão da incorporação, construção e / ou renovação de atividades nas áreas ambientalmente sensíveis.

Em caso de descumprimento ou de descida de leis, leis, licenças e autorizações ambientais, empresas e, eventualmente, o Fundo ou inquilinos, tais como as multas, suspensão de permissões e revogação de permissões, além de pedidos penais (incluindo os administradores).

As regras podem ser mais restritas e as leis mais rigorosas que os inquilinos ou os proprietários de recursos mais adequados à proteção ambiental, incluindo a aplicação de recursos e instalações. irresistência tais licenças. Além disso, há uma emissão de licenças e autorizações para uma operação comercial de pessoas ou inquilinos, que podem afetar negativamente esses negócios.

As pessoas têm dificuldades em pagar as taxas das propriedades, o que pode afetar adversamente os seus resultados em caso de atraso ou inadimplência. Nesse cenário, as atividades do Fundo podem ser impactadas negativamente, bem como uma rentabilidade dos Quotistas. Além disso, os senhores deputados deverão ter pedido a uma revisão ou avaliação do Imóvel, os seus custódios, os recrutamentos de fundos, a ajuda se tornar necessária.

Risco de desastres naturais e perdas relacionadas

Desastres naturais, como tempestades, inundações ou terremotos, podem danificar os ativos imobiliários da carteira do Fundo, o que pode afetar adversamente seu patrimônio e o preço de suas cotas. O Fundo não pode garantir que o seguro que cobre os seus Imóveis seja suficiente para cobrir tais perdas. De fato, certos tipos de perdas não são cobertos pelas apólices de seguro do Fundo, como atos de terrorismo, guerras civis ou revoluções. No caso de qualquer desses atos, o Fundo poderá sofrer perdas significativas e gerar custos adicionais, que podem afetar adversamente o desempenho operacional do Fundo. Além disso, o Fundo pode ser legalmente responsável por indenizar as vítimas do desastre, o que pode ter um impacto negativo em sua condição financeira e, conseqüentemente, na receita a ser distribuída aos seus Quotistas.

No caso de uma reclamação envolvendo a integridade física das propriedades seguradas, o produto da cobertura de seguro dependerá da capacidade de pagamento da seguradora, de acordo com os termos da apólice exigida. Esses recursos podem ser insuficientes para reparar os danos sofridos, sujeitos às condições gerais das políticas.

No caso de uma reivindicação envolvendo a integridade física de propriedades não seguradas, o Administrador não poderá recuperar a perda do ativo. A ocorrência de uma perda ou indemnização não segurada pode ter um efeito adverso nos resultados operacionais e na condição financeira do Fundo.

Risco relacionado à propriedade de cotas

A carteira do Fundo será composta predominantemente, direta ou indiretamente, de Ativos Imobiliários e Imóveis, no entanto, a propriedade das Quotas do Fundo não confere aos Quotistas a propriedade direta de tais Bens Imóveis e Ativos Imobiliários, ou seja, os Cotistas não podem exercer nenhuma atividade. direito real nos Imóveis, direta ou indiretamente investidos pelo Fundo. Por outro lado, os Quotistas não respondem pessoalmente a qualquer obrigação legal ou contratual relacionada aos Ativos na carteira do Fundo, exceto pela obrigação de pagar as quotas subscritas.

Risco relacionado à inexistência de Ativo no patrimônio do Fundo na data do Prospecto

O Fundo não possui um Imóvel, Ativo Imobiliário ou Outro Ativo específico, sendo, portanto, de política de investimento ampla. O Gestor poderá não encontrar Imóveis, Ativos Imobiliários ou Outros Ativos atrativos dentro do perfil a que se propõe. Independentemente da possibilidade de aquisição de diversos Imóveis, Ativos Imobiliários e Outros Ativos pelo Fundo, este poderá adquirir um número restrito de Imóveis, Ativos Imobiliários e Outros Ativos, o que poderá gerar concentração da carteira. Não há garantias de que os investimentos pretendidos pelo Fundo estejam disponíveis no momento e em quantidade conveniente ou desejáveis à satisfação de sua Política de Investimento, o que pode resultar em investimentos menores ou mesmo na não realização destes investimentos.
 
A não realização de investimentos ou a realização desses investimentos em valor inferior ao pretendido pelo Fundo, considerando os custos do Fundo, dentre os quais a Taxa de Administração, poderá afetar negativamente o patrimônio do Fundo, a rentabilidade e o valor de negociação das Cotas.

Risco de concentração da carteira do Fundo

Risco de concentração do fundo do Fundo O Fundo irá afectar os recursos da Emissão de Quotas à aquisição de Propriedades, Bens Imóveis e / ou Outros Activos, que compreenderão a carteira do Fundo, de acordo com a sua Política de Investimento. Podem ser realizadas novas emissões, tantas quantas as necessárias, para permitir ao Fundo adquirir outras Propriedades, Bens Imóveis e / ou Outros Ativos.

Independentemente da possibilidade de aquisição de vários Imóveis, Bens Imóveis e / ou Outros Ativos, o Fundo inicialmente irá adquirir um número limitado de Imóveis, Bens Imóveis e / ou Outros Ativos, o que poderá gerar uma concentração da carteira. Oscilações ou desvalorizações destes Imóveis, Ativos Imobiliários e / ou Outros Ativos podem refletir uma possível perda nos resultados do Fundo.

Risco relacionado com os valores mobiliários da carteira do Fundo

Os títulos de dívida pública e / ou privada que possam fazer parte da carteira do Fundo estão sujeitos à capacidade de os seus emitentes honrarem os compromissos de pagamento de juros e principal da sua dívida. Impactos nas condições financeiras dos emissores de valores mobiliários, bem como mudanças no ambiente econômico, jurídico e político que comprometam sua capacidade de pagamento, podem afetar significativamente o preço e a liquidez de seus ativos.

Mudanças na percepção da qualidade do crédito dos emissores, mesmo que sem fundamento, podem ter impacto nos preços dos títulos, afetando também sua liquidez. Além disso, o Fundo pode investir noutros fundos de investimento e o Gestor não pode identificar falhas na administração ou gestão dos Fundos Investidos, o que pode levar a perdas para o Fundo, sem quaisquer multas ou penalizações devidas pelo Administrador do Fundo e / ou ou Manager como resultado disso.

Riscos relacionados com o pré-pagamento ou amortização extraordinária dos valores mobiliários da carteira do Fundo

Os contratos que regem os Ativos Financeiros e Ativos Imobiliários do Fundo e / ou Outros Ativos podem conter cláusulas de pagamento antecipado ou de amortização extraordinária.

Se o Fundo investir a maior parte do seu capital em valores mobiliários, o exercício desse pagamento antecipado ou de direitos de amortização extraordinários poderá resultar no facto de a carteira do Fundo não cumprir os seus critérios de concentração de ativos.

Isso pode fazer com que o Gerente do Fundo encontre dificuldades em identificar Ativos Imobiliários, Outros Ativos e / ou Propriedades que estejam em conformidade com sua Política de Investimento.

Portanto, o Gestor pode não ser capaz de reinvestir recursos em activos com a meta de rentabilidade que o Fundo procura, o que pode afectar adversamente o capital do Banco, a rentabilidade e o preço de mercado das suas Quotas, sem quaisquer multas ou penalizações devidas pelo Fundo. Administrador do Fundo ou do Depositário como resultado disso.

Riscos relacionados ao investimento em títulos

O investimento em Cotas é um investimento em títulos, o que pressupõe que a lucratividade do Quotista dependerá da avaliação e da receita de Ativos e Ativos Financeiros.

Nesse caso, a receita a ser distribuída aos Quotistas dependerá principalmente dos resultados obtidos pelo Fundo com as receitas de Imóveis, a venda de Propriedades e / ou a amortização e / ou negociação de Ativos Imobiliários, Outros Ativos e Ativos Financeiros. em que o Fundo investe, bem como os custos incorridos pelo Fundo.

Portanto, o Fundo pode ser obrigado a alocar uma parte substancial de seu fluxo de caixa para pagar suas obrigações, reduzindo a receita disponível para ser distribuída aos detentores de Cotações, o que pode afetar adversamente o valor de mercado das Cotas.

Risco de não alcançar quorum na Assembleia Geral de Quotistas

Certas matérias na agenda da Assembléia Geral de Quotistas do Fundo exigem um voto afirmativo por maioria qualificada de Quotistas para aprovação. Dado que o FII tende a ter um grande número de Cotistas, certas questões podem não ser aprovadas se os requisitos de quorum necessários (quando aplicáveis) não forem cumpridos.

Neste caso, nenhuma deliberação seria realizada na reunião, o que pode levar, entre outras conseqüências, à liquidação antecipada do Fundo.

Risco legal

A estrutura do modelo econômico, econômico e jurídico do Fundo considera um conjunto de disciplinas e obrigações das partes estabelecidas através de contratos públicos ou privados pautados na legislação vigente.

No entanto, devido à baixa maturidade e falta de tradição e jurisprudência no mercado de capitais brasileiro, em relação a esse tipo de transação financeira, os investidores podem enfrentar perdas como resultado do dispêndio de tempo e recursos para a efetividade da estrutura contratual.

Risco regulatório

O FII rege-se, entre outras regulamentações, pelo nº 8.668 / 93 e pela Instrução CVM nº 472/08, e eventuais interferências das agências reguladoras no mercado, mudanças na legislação e regulamentação aplicáveis ao FII, declaração de moratória, fechamento parcial ou total dos mercados, mudanças nas políticas monetária e cambial, entre outros, podem afetar negativamente as condições operacionais do Fundo, bem como seu desempenho.

Risco de concentração e diversificação

Pode haver o risco de que um único Quotista adquira uma parte substancial das cotas oferecidas ou até mesmo as cotas totais do Fundo. Este Quotista terá uma posição expressivamente concentrada, enfraquecendo a posição de qualquer Quotista minoritário.

Neste caso, é possível que as decisões sejam tomadas pela maioria dos Quotistas de acordo com seus interesses exclusivos, em vez dos interesses do Fundo e / ou do Quotista minoritário, o que pode levar a perdas para o Cidadão Minoritário.

Risco relativo à duração indeterminada do Fundo

Considerando que o Fundo é constituído como um condomínio fechado, o resgate de Cotas não é permitido. Sem prejuízo da liquidação do Fundo, se os Quotistas decidirem alienar do Fundo, deverão vender suas Quotas no mercado secundário, no qual poderão encontrar baixa liquidez ou obter preços reduzidos.

Risco regulatório relacionado à baixa maturidade e falta de tradição e jurisprudência no mercado de capitais brasileiro

A baixa maturidade e a falta de tradição e jurisprudência no mercado de capitais brasileiro em operações do mesmo tipo, podem gerar prejuízos para os investidores em decorrência do dispêndio de tempo e recursos para a efetivação da estrutura contratual exigida nas demonstrações financeiras do Fundo. estrutura do modelo econômico e legal.

Lentidão do sistema jurídico brasileiro

O Fundo pode estar envolvido em disputas legais relacionadas aos Ativos Imobiliários e Imobiliários, tanto como réu quanto como reclamante. Devido à lentidão do sistema legal brasileiro, a resolução de tais disputas pode não ser alcançada em um prazo razoável. Além disso, não há garantia de que o Fundo obterá resultados favoráveis em disputas legais relacionadas a Propriedades, Bens Imóveis e / ou Outros Ativos, o que pode impactar negativamente o patrimônio do Fundo, a lucratividade dos Quotistas e o preço de negociação das Quotas.

Risco relacionado à emissão de novas cotas, que pode resultar na diluição da participação do cotista

O Fundo poderá levantar fundos adicionais no futuro por meio de novas emissões de Cotas para cobrir a necessidade de capital ou a aquisição de novos Ativos. Se a administração do Fundo decidir emitir novas Quotas, seus Quotistas terão direito de preferência para subscrever as novas Quotas, de acordo com o Regulamento. No entanto, os Quotistas poderão ter sua respectiva participação diluída se não exercerem, total ou parcialmente, seus direitos de preferência.

Risco relacionado à não substituição do Administrador, Gerente ou Custodiante

Durante toda a vigência do Fundo, o Gestor está sujeito a processo de falência ou recuperação judicial ou extrajudicial, e / ou o Administrador ou Custodiante poderá estar sujeito a intervenção e / ou liquidação extrajudicial ou falência, a pedido do BACEN, bem como não credenciados, demitidos ou demitidos de suas funções. Nestes casos, devem ser substituídos de acordo com os termos e procedimentos estabelecidos no Regulamento. A sua não substituição pode levar à liquidação antecipada do Fundo, o que pode resultar em perdas para o Fundo e para os Quotistas.

Risco de governança

Não é permitido votar em resoluções nas Assembléias Gerais de Quotistas: (a) o Administrador ou o Gerente; (b) sócios, diretores e funcionários do Administrador ou do Gerente; (c) empresas relacionadas ao Administrador ou ao Gestor, seus sócios, diretores e empregados; e (d) os provedores de serviços do Fundo, seus parceiros, diretores e funcionários.

Os indivíduos mencionados nas letras “a” a “d” terão direito a voto se forem os únicos Quotistas do Fundo ou com aprovação expressa da maioria dos outros Quotistas na Assembleia Geral de Quotistas ou por meio de procuração que se refira especificamente a Assembléia Geral de Cotistas, onde a permissão de voto será concedida. Essa restrição de votos pode levar a perdas para os indivíduos listados nas letras “a” a “d” se eles decidirem adquirir as Cotas do Fundo.

Risco de potencial conflito de interesses na preparação do Estudo de Viabilidade

No âmbito desta edição, o estudo de viabilidade foi preparado pelo gestor e, em qualquer nova edição das cotas do Fundo, o estudo de viabilidade também pode ser preparado pelo gestor, o que leva a um risco de conflito de interesse.

O estudo de viabilidade desta Oferta foi preparado pelo Gestor, portanto, o Investidor deve analisar cuidadosamente as informações apresentadas desde que o estudo de viabilidade foi preparado por uma pessoa responsável pela gestão da carteira do Fundo. Portanto, o estudo de viabilidade pode não ter a objetividade e imparcialidade esperadas, o que pode afetar adversamente a decisão de investimento do Investidor.

Risco relacionado à ausência de Ativos na carteira do Fundo na data do Prospecto

O Fundo não possui uma propriedade específica, ativo imobilizado ou outro ativo e, portanto, possui uma ampla política de investimento. O gerente não pode encontrar propriedades atrativas, ativos imobiliários ou outros ativos dentro do perfil proposto. Independentemente da possibilidade de adquirir vários Imóveis, Bens Imóveis e Outros Ativos, o Fundo poderá adquirir um número limitado de Imóveis, Bens Imóveis e Outros Ativos, o que poderá gerar uma concentração da carteira.

Não há garantia de que os investimentos pretendidos pelo Fundo estarão disponíveis no momento e em uma quantidade conveniente ou desejável que esteja em conformidade com sua Política de Investimento, o que pode resultar em investimentos menores ou mesmo na não realização desses investimentos. A não realização de investimentos ou a realização desses investimentos em valor inferior ao pretendido pelo Fundo, considerando custos como a Taxa de Administração, poderia afetar negativamente o patrimônio do Fundo, a lucratividade e o preço de negociação das Quotas.

Risco da prestação de serviços de gestão a outros fundos de investimento

O Gestor, a instituição responsável pela gestão dos ativos da carteira do Fundo, fornece ou pode fornecer serviços de gestão de investimentos a outros fundos de investimento com atividades semelhantes. Portanto, como Gestora do Fundo e de outros fundos de investimento, o Gestor pode decidir atribuir certos activos a outros fundos de investimento que podem até ter um desempenho melhor do que os activos atribuídos ao Fundo, pelo que não há garantia de que o Fundo terá direitos exclusivos. ou preferência na aquisição de tais ativos.

Risco do Fundo não levantar todos os recursos previstos no Valor Total da Emissão

É possível que, no final do período de distribuição, nem todas as Quotas inicialmente oferecidas pelo Fundo, nos termos do Prospecto, sejam subscritas, o que pode resultar em capital inferior ao estimado. Isso pode reduzir a capacidade do Fundo de diversificar seu portfólio e praticar a Política de Investimento nas melhores condições disponíveis.

Risco de cancelamento da oferta

Caso o Valor da Oferta Mínima não seja atingido, a Oferta poderá ser cancelada e os Investidores poderão ter suas ordens de investimento canceladas. Nesse caso, se os Investidores já tiverem pago o Preço de Emissão à Instituição Participante, a rentabilidade esperada desses recursos poderá ser adversamente afetada, uma vez que os valores já pagos pelos Investidores serão reembolsados líquidos de impostos e encargos, se aplicável, com o lucro líquido auferido pelo investimento em cotas de fundos de investimento ou títulos de renda fixa, sejam públicos ou privados, auferidos no período vencido.

Além disso, os Investidores e as Pessoas Vinculadas, que tenham feito suas Ordens de Reserva ou Ordens de Investimento, estão sujeitos às condições previstas no Artigo 31 da Instrução CVM nº 400/03 e no item “Distribuição Parcial” na página 75 do Prospecto. , também teriam seus ganhos potenciais impactados negativamente.

Risco de Distribuição Parcial e falha na obtenção do Valor Mínimo da Oferta

A Emissão poderá ser cancelada se o Valor Mínimo da Oferta, no valor de R $ 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de reais), equivalente a 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) Cotas, não for atingido. Nesse caso, o Administrador deverá distribuir imediatamente os recursos financeiros incorridos no período entre os assinantes, nas proporções das Cotas realizadas, mais os rendimentos líquidos auferidos pelo investimento do Fundo. Além disso, se o Valor da Oferta Mínima for atingido, mas o Valor Total da Emissão não for atingido, o Fundo terá menos recursos para investir em Ativos Imobiliários e Ativos Financeiros, o que pode impactar negativamente a lucratividade das Quotas.

Além disso, no caso de Distribuição Parcial, o número de Quotas distribuídas será equivalente ao Valor da Oferta Mínima, ou seja, haverá menos Cotas do Fundo sendo negociadas no mercado secundário e a liquidez das Quotas do Fundo será reduzida. reduzido.

Se, na Data de Liquidação, os Investidores não pagarem as Quotas subscritas, essas Quotas deverão ser pagas com o Contador no 2º (ou segundo) Dia Útil imediatamente após a Data de Liquidação no Preço da Subscrição, desde que, caso os Investidores falhem para efetuar o pagamento novamente e o Valor da Oferta Mínima não for atingido, a Oferta será cancelada e a Instituição Participante devolverá os recursos aos Investidores.

Se o Valor da Oferta Mínima for atingido após a Data de Liquidação, a Oferta poderá ser encerrada e o saldo das Cotas não colocadas será cancelado pelo Administrador.

Investimento em Cotas do Fundo por Investidores que são Pessoas Vinculadas pode resultar na redução da liquidez das Quotas no mercado secundário

A participação de investidores que sejam Pessoas Vinculadas poderá afetar adversamente a liquidez das Quotas no mercado secundário, uma vez que as Pessoas Vinculadas poderão optar por manter suas Cotas fora de circulação. O Administrador, o Gerente e o Coordenador Líder não podem garantir que as Pessoas Vinculadas não invistam nas Cotas ou que, se o fizerem, não optarão por manter suas Cotas fora de circulação.

Risco de não alcançar as perspectivas no Memorando de Oferta

O Prospecto contém informações sobre o Fundo, o mercado imobiliário, os Activos em que o Fundo pode investir e as perspectivas sobre o desempenho futuro do Fundo, que envolvem riscos e incertezas.

Não há garantia de que o desempenho futuro do Fundo seja consistente com as perspectivas do Prospecto Preliminar. Os eventos futuros podem diferir materialmente das tendências indicadas no Prospecto.

Risco relacionado à impossibilidade de negociação de cotas até o fechamento da Oferta

Conforme estabelecido nas “Informações sobre a Emissão, a Oferta e as Quotas – Procedimento de Colocação e Distribuição” na página 70 do Prospecto, as Quotas em poder do Investidor somente poderão ser livremente negociadas no mercado secundário, na bolsa de valores. gerido e explorado pela B3, na sequência da divulgação do Anúncio de Fecho e da divulgação da distribuição dos ganhos do Fundo pelo Administrador.

Portanto, os investidores devem estar cientes do impedimento descrito acima, de modo que, mesmo que possam exigir liquidez durante a Oferta, as Quotas subscritas não estarão disponíveis para negociação até o fechamento da Oferta.

Eventual descumprimento por qualquer das Instituições Contratadas e / ou Participantes Especiais com obrigações relacionadas à Oferta poderá resultar na sua remoção do grupo de instituições responsáveis pela colocação das Quotas, com o consequente cancelamento de todas as Ordens de Reserva e formulários de subscrição efetuados com tais Instituições Contratantes e / ou Participantes Especiais.

Em caso de descumprimento ou comprovação de não conformidade por qualquer das Instituições Contratadas e / ou Participantes Especiais com qualquer das obrigações previstas no respectivo instrumento de adesão ao Contrato de Distribuição, carta de convite ou qualquer contrato celebrado sob a Oferta, ou qualquer uma das regras de conduta estabelecidas no regulamento aplicável à Oferta, tais Instituições Contratadas e / ou Participante Especial, a critério exclusivo do Coordenador Líder e sem prejuízo de outras medidas consideradas aplicáveis ​​pelo Coordenador Líder. Coordenador, será removido do grupo das instituições responsáveis ​​pela colocação das Quotas. Nesse caso, a Instituição Contratada e / ou o Participante Especial anularão todas as Ordens de Reserva e formulários de subscrição recebidos e informarão aos respectivos investidores imediatamente sobre o cancelamento e que deixarão de participar da Oferta. Os valores depositados serão devolvidos após a dedução de quaisquer impostos aplicáveis, e se a taxa for maior que zero.

Riscos de indenização a serem pagos em relação ao Contrato de Distribuição

O Fundo, representado pelo Administrador, é parte contratante no Contrato de Distribuição, que regulamenta os esforços de colocação das cotas no Brasil. O Contrato de Distribuição contém uma cláusula estabelecendo que o Fundo indenizará o Coordenador Líder se houver perdas devido a distorções ou omissões relevantes no Memorando de Oferta.

Se o Fundo for condenado a pagar uma indenização em relação a quaisquer distorções ou omissões relevantes no Memorando de Oferta, o patrimônio, a rentabilidade e o preço de negociação do Fundo das Quotas podem ser adversamente afetados.

Incidentes e mudanças na percepção de risco em outros países, particularmente em mercados emergentes e nos Estados Unidos, podem afetar adversamente o preço de mercado dos valores mobiliários brasileiros, incluindo o valor de mercado das cotas do Fundo.

O valor de mercado dos valores mobiliários emitidos pelo FII é influenciado, em diferentes graus, pelas condições econômicas e de mercado em outros países, incluindo países da América Latina, Ásia, Estados Unidos, Europa e outros. A reação dos investidores a eventos nesses outros países pode afetar adversamente o valor de mercado dos valores mobiliários emitidos no Brasil. Crises no Brasil e nesses países podem reduzir o interesse dos investidores em títulos emitidos no Brasil, incluindo as Cotas do Fundo. No passado, condições econômicas adversas em outros países considerados mercados emergentes geralmente resultaram na saída de investimentos e, consequentemente, na redução do capital estrangeiro investido no Brasil.

Qualquer um dos eventos mencionados acima pode afetar negativamente o patrimônio do Fundo, a lucratividade e o preço de negociação das Quotas.

Riscos relacionados à não revisão e / ou atualização de projeções

O Fundo, o Administrador, o Gestor e o Coordenador Líder não têm obrigação de rever e / ou actualizar quaisquer projeções contidas no Prospecto, incluindo o estudo de viabilidade no Anexo VI do Prospecto, e / ou qualquer material de divulgação do Fundo e / ou ou a Oferta, incluindo, sem limitação, quaisquer revisões que reflitam mudanças nas condições econômicas ou outras circunstâncias após a data do Prospecto, a preparação do estudo de viabilidade como Anexo VI do Prospecto e / ou o material de divulgação mencionado acima, conforme o caso. pode ser, mesmo que as suposições nas quais tais projeções são baseadas estejam incorretas.

Risco relacionado ao retorno do investimento

O investimento em cotas de um fundo de investimento imobiliário é um investimento de renda variável, uma vez que a rentabilidade das cotas dependerá do resultado da gestão de recursos do fundo.

No nosso caso, os valores a serem distribuídos aos Quotistas dependerão do resultado do Fundo, que, por sua vez, dependerá principalmente do investimento a ser feito pelo Fundo, entre outros fatores, como o preço de aquisição dos Ativos e o desempenho. de Imóveis e SPEs, excluindo despesas e encargos previstos para a manutenção do Fundo, de acordo com o Regulamento. Além disso, vale a pena notar que pode haver um intervalo de tempo entre a captação de recursos do Fundo e a data de início dos investimentos em Propriedades e SPEs.

Portanto, os recursos captados pelo Fundo podem ser investidos em Ativos Financeiros, o que pode impactar negativamente a lucratividade esperada do Fundo.

Risco relacionado à aquisição ou alienação de Imóveis ou SPEs

As operações do Fundo são baseadas na aquisição de Propriedades ou SPEs. A aquisição de propriedades ou SPEs depende de um conjunto de medidas a serem realizadas, incluindo a devida diligência e qualquer processo de registro em um cartório de registro de imóveis e junta comercial.

Se qualquer uma destas medidas não for perfeitamente executada, o Fundo poderá não conseguir adquirir ou vender Propriedades ou SPEs, ou poderá não conseguir fazê-lo nas condições pretendidas, o que afectará negativamente a sua rentabilidade.

No período entre o processo de negociação da aquisição de um imóvel e o seu registo em nome do Fundo, existe o risco de este ativo ser onerado por dívidas dos antigos proprietários, o que poderá dificultar a transferência de propriedade deste imóvel. para o Fundo. Além disso, se o Fundo adquire um Imóvel em prestações, existe o risco de que o Fundo, no período entre o pagamento da primeira e última prestação e devido a vários factores imprevistos, não tenha recursos suficientes para cumprir as suas obrigações.

Além disso, uma vez que existe a possibilidade de adquirir Imóveis onerados por dívidas dos antigos proprietários, se os credores dos antigos proprietários podem propor a execução e não têm outros ativos para garantir o pagamento de tais dívidas, pode ser difícil transferir a propriedade. do Imóvel ao Fundo, bem como obter renda deste Imóvel.

Por fim, há também a possibilidade de falha na devida diligência, não identificando certos passivos, relevantes ou não, que possam afetar adversamente o patrimônio do Fundo. Todos os casos mencionados acima podem impactar negativamente o patrimônio do Fundo, a lucratividade e o preço de negociação das Quotas.

Risco relacionado à concorrência na aquisição de propriedades ou SPEs

As operações do Fundo baseiam-se na aquisição direta de Propriedades ou investimento em imóveis através da aquisição de SPEs que possuem estas Propriedades. Uma vez que o Fundo está exposto à concorrência de mercado na aquisição de tais Imóveis e / ou SPEs, poderá enfrentar dificuldades na aquisição destes ativos.

A concorrência pode inviabilizar certos investimentos devido ao aumento de preços. Se o Fundo não puder realizar os investimentos necessários em Propriedades ou SPEs ou se os preços forem excessivamente aumentados devido à concorrência, o Fundo poderá não obter o resultado esperado de tais investimentos e, portanto, a sua rentabilidade esperada poderá ser afetada adversamente.